domingo, 18 de setembro de 2011

O que é ser professor?


Ser professor é ser educador, objetivando estimular não somente a aquisição do conhecimento, a competividade sadia, a autodisciplina e a autoconfiança, mas também, e principalmente, a interação com as pessoas, com o meio ambiente e com os diversos meios de aquisição do conhecimento, desde a escuta de um idoso até a pesquisa minuciosa nas fontes disponíveis.
É saber lidar com as problemáticas do seu tempo, adquirindo sempre novos conhecimentos e conseguir colocá-los em prática ao nível dos seus alunos, inventando e reinventando, criando e recriando de acordo com as necessidades reais de seus alunos, sendo o grande incentivador e mediador no processo de aprendizagem dos mesmos.
Recorrendo a um dos ditados populares: “É ensinar a pescar”. Só dar o peixe é uma irrealidade, isto é, não ajuda a aquisição da autonomia e autossuficiência tão necessária ou imprescindível à vida de qualquer pessoa e, principalmente, aos chefes (responsáveis) de família.
Na Bíblia, em Lucas 6: 40 lemos: “O aluno não está acima de seu instrutor, mas todo aquele que for perfeitamente instruído será semelhante ao seu instrutor”. Portanto, compete ao professor-educador a tarefa de fazer discípulos, ou seja, seguidores do que vale a pena na vida, sendo, a cada ano letivo, o grande multiplicador dos conhecimentos e valores permanentes ou essenciais para qualquer geração.  
Importante é que não nascemos; tornamos-nos professores. Primeiro, porque escolhemos ser professores; segundo, porque vamos sendo “lapidados como diamante bruto” na formação que escolhemos desde o Ensino Médio ou na Graduação. E este processo de lapidação se intensifica nos “estágios” ou “primeiros anos de docência”, e é continuado nos Cursos de Educação Continuada ou Pós-graduação e / ou até aposentadoria.
Uma vez professor sempre professor. Não há como “desligar” a corrente da motivação que foi iniciada um dia qualquer (alguns sabem bem a época – a minha iniciou com a influência da minha professora primária inesquecível, Edite da Silva Nessy – outros não se lembram da época; o importante é que a motivação teve início) dentro da mulher ou do homem eu escolheu essa importante e inextinguível profissão.
Portanto, o professor, segundo Gadotti, é aquele que: “ [...] se tornou um aprendiz permanente, um construtor de sentidos, um cooperador, e, sobretudo, um organizador da aprendizagem.” Desta forma, mantendo-se diariamente comprometido com a motivação que o fez caminhar na direção dessa profissão, sendo sempre o grande incentivador de seres humanos, para que se  apaixonem e desenvolvam suas competências para o exercício da profissão escolhida, buscando, ainda, ser feliz e contribuir com a sociedade.

Referências Bibliográficas:

GADOTTI, Moacir - Boniteza de um sonho: ensinar-e-aprender com sentido – Novo Hamburgo: Feevale, 2003. 80p. ; 21cm.

Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.

domingo, 24 de julho de 2011

Atividades Prazerosas





Meu bichinho de estimação...

Pit foi deixada na porta da Refrigeração do Nelson, e passou a ser o bichinho de estimação do Jessé.
A cadelinha mais parecia um "gambazinho", mas está com a nossa família até hoje, e os vizinhos dizem "de tão feia até parece bonitinha".
A vontade do Jessé é ver Pit esperando os primeiros filhotes, mas sabemos o quanto é difícil donos para certos animais. Então, o Nelson tem colocado a Pit no telhado na época do cio e tem adiado a realização do desejo de Jessé.






quarta-feira, 13 de julho de 2011

Agradecimentos

À Neusa, minha irmã mais nova, pelos constantes incentivos e pela ajuda prática nas postagens etc. ou leitura das produções textuais, visando sempre o melhor em cada atividade.
Ao meu filho Jessé, que apesar do descontentamento declarado com o meu envolvimento com o Curso, também me ajudou, conforme sua vontade, de maneira prática no uso do computador e internet.
Ao meu esposo Nelson, por respeitar a minha decisão de participar mais neste Curso e por suas preocupações normais, devido ao meu tratamento de saúde, e por ser o primeiro a notar mudanças no meu comportamento.
Aos colegas, tutores, conteúdistas e professores, por desempenharem bem o papel de interagir com todos (em prover estímulo pela presença /  atividades integradoras, que resultaram em união do grupo(s) e perseverança).
*Enquanto aluna deste Curso de Pós-graduação, consegui me sentir realizada com as minhas superações. O meu empenho foi grande; recebi as ajudas necessárias, no momento certo: dos meus familiares, amigos e, principalmente, de Jeová Deus. Em 1 Coríntios, o apóstolo Paulo diz:
 “Se eu falar em línguas de homens e de anjos, mas não tiver amor, tenho-me tornado um [pedaço de] latão que ressoa ou um címbalo que retine. E se eu tiver o dom de profetizar e estiver familiarizado com todos os segredos sagrados e com todo o conhecimento, e se eu tiver toda a fé, de modo a transplantar montanhas, mas não tiver amor, nada sou.”                                                                     - 1 Coríntios 13: 1, 2.
Tenho certeza de que esta qualidade superior – o amor – impulsionou-me à perseverança, devido ao incentivo correto de quem tem amor por e pela educação.

Fonte de inspiração: 
Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas – 1 Carta aos Coríntios

Presente de casamento

Muitos presentes de casamento, à medida que o tempo passa, quebram, são deixados de lado ou são substituídos devido às novidades que surgem e possibilidade de novas aquisições. Porém, presente como este (para quem valoriza trabalhos manuais) tecido ponto por ponto, mesmo quando danificados, é comum, a tentativa do conserto cuidadoso. Meu presente parece novo e, no que depender dos meus cuidados, como dona-de-casa, os tapetes que foram feitos com crochê e tricô (à mão), inclusive, já fiz algumas peças para uso pessoal. Portanto, prezo, verdadeiramente, este presente de casamento feito por uma amiga-irmã. ''As coisas que nos rodeiam chegam até nós sem data de fabricação e validade estampadas no rótulo.'' (Rosane Preciosa, 2005, p.59). Quão bom é que o meu presente de casamento não veio com rótulo de validade!
Fonte de pesquisa: PRECIOSA, Rosane. Produção estética: notas sobre roupas, sujeitos e modas de vida. São Paulo: Anhembi. Morumbi, 2005, p.51-60